segunda-feira, 18 de outubro de 2010

THE ECONOMIST ELOGIA O BRASIL





Senhores, Com isenção de ânimo e sem paixões políticas, conhecer indicadores sociais e econômicos publicados pelo Jornal “The Economist”, comparando os Governos FHC e Lula.   

A diferença e muito grande... É bom lembrar. 
LEIAM O QUE FOI PUBLICADO NO JORNAL THE ECONOMIST
 
The Economist publicou!
Situação do Brasil antes e depois :Itens   
Nos tempos de FHC  
Nos tempos de LULA  
Risco Brasil   
2.700 pontos
200 pontos
Salário Mínimo   
78 dólares
210 dólares
Dólar   
Rs$ 3,00
Rs$ 1,78
Dívida FMI   
Não mexeu
Pagou
Indústria naval   
Não mexeu
Reconstruiu
Universidades Federais Novas   
Nenhuma
10
Extensões Universitárias   
Nenhuma
45
Escolas Técnicas   
Nenhuma
214
Valores e Reservas do Tesouro Nacional   
185 Bilhões de Dólares Negativos
160 Bilhões de Dólares Positivos
Créditos para o povo/PIB   
14%
34%
Estradas de Ferro   
Nenhuma
3 em andamento
Estradas Rodoviárias   
90% danificadas
70% recuperadas
Industria Automobilística   
Em baixa, 20%
Em alta, 30%
Crises internacionais   
4, arrasando o país
Nenhuma, pelas reservas acumuladas.
Cambio   
Fixo, estourando o Tesouro Nacional.
Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central
Taxas de Juros SELIC   
27%
11%
Mobilidade Social   
2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza
23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza
Empregos   
780 mil
11 milhões
Investimentos em infraestrutura   
Nenhum
504 Bilhões de reais previstos até 2010
Mercado internacional   
Brasil sem crédito
Brasil reconhecido como investimento grande 
   
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

MATEMATICAMENTE, SERRA PERDEU!


Bem, a conta é bem simples! 
Mesmo adotando os dados do DataFolha em que Serra está com 43% e Dilma 49%, considerando que o valor total dos indecisos que é de 3%, então, matematicamente Serra alcançaria apenas 46% no máximo, isso na melhor das expectativas pra ele, caso conseguisse converter todos indecisos para si.


Agora, vale ressaltar que:

Serra está sendo insulflado pelos seus velhos aliados da mídia, puxando daqui, esticando dali para tentarem converter votos através das pesquisas eleitorais!!
Isso porque, todas elas são preparadas para diminuir as chances de Dilma, induzindo gradualmente os indecisos e aqueles que votaram por outros partidos, como no caso o PV, que o Serra está ganhando terreno, e encurtado a diferença de 14 milhões de votos que o distanciam da Dilma.


Exemplo a Pesquisa Correta, atualmente sem os votos da Marina, e demais partidos.., votos válidos.


Dilma seria: 47% do 1 turno + 10% dos que retornaram do PV/Outros para PT = 57%


Serra seria 33% do 1 turno + 10 % dos que vierem do PV/Outros= 43%


Porquê isso? Todos vimos o erro grosseiro das pesquisas quanto ao percentual atribuido a Mercadante, que não passava de 30% até a véspera da eleição.


Ele teve na realidade 37% dos votos, esse erro tirou a chance do 2º turno, pq talvez cerca de um milhão de votantes poderiam ter votado diferente, caso tivessem visto a ascenção de Mercadante para 37% e não mantê-lo estagnado na opinião publica.


Com Dilma, eles querem jogar sujo tb...tiram 10% do apoio real, para dar a impressão que ela está em queda, e o Serra está em ascenção...


Quem poderá tirar esta ditadura velada da imprensa e televisão(Globo) e das entidades de pesquisa a soldo dos grandes capitalistas?


Obs: Na prática no 1º turno, muitos eleitores de Dilma votaram em Marina encantados com a proposta de 3ªVia, porém, esses eleitores voltam para Dilma no 2º turno, e com mais um incentivo que foi a entrevista coletiva oficial que Marina dá entender claramente que apóia Dilma. 
Vejam: http://www.youtube.com/watch?v=EsaXiZDvDeM

domingo, 10 de outubro de 2010

Frei Betto: Dilma e a fé Cristã




Em tudo o que Dilma realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária aos princípios do Evangelho e da fé cristã.


Por frei Betto
Conheço Dilma Rousseff desde criança. Éramos vizinhos na rua Major Lopes, em Belo Horizonte.


Ela e Thereza, minha irmã, foram amigas de adolescência.


Anos depois, nos encontramos no presídio Tiradentes, em São Paulo. Ex-aluna de colégio religioso, dirigido por freiras de Sion, Dilma, no cárcere, participava de orações e comentários do Evangelho.


Nada tinha de “marxista ateia”.


Nossos torturadores, sim, praticavam o ateísmo militante ao profanar, com violência, os templos vivos de Deus: as vítimas levadas ao pau-de-arara, ao choque elétrico, ao afogamento e à morte.


Em 2003, deu-se meu terceiro encontro com Dilma, em Brasília, nos dois anos em que participei do governo Lula. De nossa amizade, posso assegurar que não passa de campanha difamatória -diria, terrorista- acusar Dilma Rousseff de “abortista” ou contrária aos princípios evangélicos.


Se um ou outro bispo critica Dilma, há que se lembrar que, por ser bispo, ninguém é dono da verdade.


Nem tem o direito de julgar o foro íntimo do próximo.


Dilma, como Lula, é pessoa de fé cristã, formada na Igreja Católica.


Na linha do que recomenda Jesus, ela e Lula não saem por aí propalando, como fariseus, suas convicções religiosas. Preferem comprovar, por suas atitudes, que “a árvore se conhece pelos frutos”, como acentua o Evangelho.


É na coerência de suas ações, na ética de procedimentos políticos e na dedicação ao povo brasileiro que políticos como Dilma e Lula testemunham a fé que abraçam.


Sobre Lula, desde as greves do ABC, espalharam horrores: se eleito, tomaria as mansões do Morumbi, em São Paulo; expropriaria fazendas e sítios produtivos; implantaria o socialismo por decreto…


Passados quase oito anos, o que vemos? Um Brasil mais justo, com menos miséria e mais distribuição de renda, sem criminalizar movimentos sociais ou privatizar o patrimônio público, respeitado internacionalmente.


Até o segundo turno, nichos da oposição ao governo Lula haverão de ecoar boataria e mentiras. Mas não podem alterar a essência de uma pessoa. Em tudo o que Dilma realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária ao conteúdo da fé cristã e aos princípios do Evangelho.


Certa vez indagaram a Jesus quem haveria de se salvar. Ele não respondeu que seriam aqueles que vivem batendo no peito e proclamando o nome de Deus. Nem os que vão à missa ou ao culto todos os domingos. Nem quem se julga dono da doutrina cristã e se arvora em juiz de seus semelhantes.


A resposta de Jesus surpreendeu: “Eu tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; estive enfermo e me visitastes; oprimido, e me libertastes…” (Mateus 25, 31-46). Jesus se colocou no lugar dos mais pobres e frisou que a salvação está ao alcance de quem, por amor, busca saciar a fome dos miseráveis, não se omite diante das opressões, procura assegurar a todos vida digna e feliz.


Isso o governo Lula tem feito, segundo a opinião de 77% da população brasileira, como demonstram as pesquisas. Com certeza, Dilma, se eleita presidente, prosseguirá na mesma direção.


Publicado no Tendências & Debates da Folha de S.Paulo

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

IRÃ x EUA: CASOS SÍMILES; UM PERDOA, O OUTRO MATA!


Quando começou o assunto da iraniana que ia ser lapidada levantei os casos das execuções nos USA, na época todos acharam fora do assunto, mas agora se vê que não há diferença, ou pior, a mobilização dos países amigos talvez não permitam a execução da iraniana, por outro lado, nos USA.....

E AGORA? A “VÍTIMA” É NORTE-AMERICANA? A JUSTIÇA É A DOS EUA?


Laerte Braga


Teresa Lewis, 41 anos, vai ser executada na quinta-feira, 23 de setembro, no estado de Virgínia, EUA, acusada de ser a mandante do assassinato de seu marido. A Suprema Corte daquele conglomerado negou o seu pedido de suspensão e comutação da pena em prisão perpétua com um simples “está negado”.

Teresa vai receber uma injeção letal e segundo seu advogado é o exemplo clássico da estupidez da pena de morte. Sofre distúrbios mentais claros e perceptíveis a olho nu.

Será a primeira mulher a ser executada no estado de Virgínia desde 1912, quando uma negra de 17 anos morreu na cadeira elétrica.

O governador do estado também negou o pedido declarando que não irá impedir que a execução prossiga.

A execução de Brandon Rhode, no estado de Geórgia, EUA, foi suspensa depois que seu advogado alegou que o réu não está em condições mentais de compreender o que acontece à sua volta após ter tentado o suicídio em sua cela. As autoridades decidiram aguardar que Brandon tenha consciência que vai ser executado com uma injeção letal.

No dia 1º de janeiro deste ano Leeland Mark, condenado à morte no mesmo estado foi encontrado morto em sua cela. Suicídio.

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, recebeu a alpinista norte-americana Sarah Shourd, 32 anos, libertada pelas autoridades iranianas após pedido do governo brasileiro. Sarah agradeceu o empenho do Brasil junto ao governo do Irã, agradeceu ao presidente Ahmadinejad a decisão de libertá-la e aguarda a libertação de dois outros alpinistas, entre eles o seu noivo, presos sob acusação de espionagem.

Sarah enfatizou em seu encontro com Amorim que é necessário que haja mais empenho em negociações como essa, assim como faz o governo do Brasil. Amorim disse que ao perguntar à secretária de Estado dos EUA, Hilary Clinton, sobre se estava feliz com a libertação de Sarah, a “senhora Clinton foi lacônica ao dizer sim e muito obrigado”.

A vida de Sarah pouco importa para o conglomerado terrorista EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A. Dificulta a política de demonização do Irã. É o contrário do que se imagina.

Amorim disse ainda que antes da libertação de Sarah entregou uma carta ao chanceler iraniano e três dias depois os pais dos três norte-americanos presos puderam ver seus filhos. O irmão de um dos alpinistas que continua preso, Bauer, disse contar com o governo do Brasil para negociar a libertação de seu irmão. Deixou claro que seu país, os EUA, não movem uma palha para isso.

Amorim, por sua vez, disse que o Brasil não faz nenhuma pressão sobre o Irã, apenas solicita ao governo que esses casos sejam melhor ponderados para evitar tensões internacionais desnecessárias.

Celso Amorim, ao contrário do chanceler de FHC, Celso Láfer, preza a dignidade do Brasil como nação soberana e não tem o hábito de tirar os sapatos e encostar-se numa parede no aeroporto de New York, com as mãos na parede e as pernas abertas, para ser submetido a uma revista. Isso porque era aliado, já descia com as calças abaixadas e a bandeirinha americana às mãos.

Láfer escreveu num artigo publicado no jornal ESTADO DE SÃO PAULO, domingo, dia 18, que a política externa do atual governo está levando o País a um processo de “desmoralização”. É típico de tucano. Cai de quatro e aponta o dedo para o lado, o outro. José Arruda Serra também é assim, aliás, hoje o principal deles.

Sakineh Mohammadi Ashtiani seria executada por apedrejamento. Foi condenada à morte por adultério e por ter matado seu marido com a cumplicidade de dois amantes. A pedido do governo brasileiro a pena de apedrejamento foi suspensa e os mais de sete mil documentos constantes do processo contra a iraniana liberados a jornalistas de todo o mundo, para inteiro conhecimento do crime praticado pela moça. O de homicídio.

Não saiu na GLOBO, nem em VEJA, muito menos em FOLHA DE SÃO PAULO, imprensa marrom, venal, nenhuma notícia sobre esse fato, a liberação dos documentos do processo de Sakineh.

Dois pesos e duas medidas. Pode ser interpretado como “liberdade de expressão”. O direito de omitir informações reais, à medida que divulga informações irreais e incompletas, de mentir, distorcer, desovar cadáveres de presos políticos mortos pela ditadura e ainda protestar contra “a falta de liberdade de imprensa”, ou os riscos de se exigir a verdade a partir de grupos e forças populares.

Como se houvesse diferença entre banqueiros, grandes empresários, latifundiários e traficantes, uma quadrilha de tráfico de drogas foi desarticulada pela polícia civil do estado do Rio de Janeiro. Era formada por jovens de classe média e atuava segundo padrões de grandes empresas, uma espécie de consórcio empresarial.

O preço da droga variava segundo o mercado e os envolvidos foram presos principalmente em Búzios, Niterói e Macaé. Ao contrário dos traficantes/empresários menores ou concorrentes, uma das características da quadrilha era a de não usar armas.

Só negócios. E o dinheiro guardado nos bancos democráticos e cristãos, como o do Vaticano, por exemplo, onde o “banqueiro de Deus”, responde a processo e estarrece o papa Bento XVI. De dar inveja a Edir Macedo.  

A polícia civil chamou a operação de CONSÓRCIO

Romero da Costa Machado é autor de dois livros AFUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO I e AFUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO II. Os dois publicados pela editora CAROS AMIGOS.

Em entrevista que pode ser lida no endereço


Ele revela as ligações das ORGANIZAÇÕES GLOBO com o jogo do bicho, o tráfico de drogas, o uso institucionalizado de drogas pela cúpula da GLOBO, a compra de notas fiscais frias para prestação de contas ao Ministério da Educação, o golpe do PAPA TUDO, compra de dólares não registradas,  toda a trajetória criminosa do grupo. Romero ocupou a função de auditor fiscal da GLOBO e foi assessor do ex todo poderoso José Bonifácio, o BONI.

Chamam isso de “liberdade de expressão”. Mais ou menos como Boninho e seus amigos decidindo quem é do bem e quem é do mal e jogando água suja em que é do mal.

O diabo, no caso em espécie, é conceituar bem e mal, se já é difícil no todo, imagine em se tratando de bem para a GLOBO ou mal para a GLOBO.

Mais ou menos como bem é um pastel engravatado chamar o telespectador de idiota personalizando-o em Homer Simpson e mal é José Arruda Serra, bandido tucano, perder as eleições.

Mas e as vítimas norte-americanas e a justiça norte-americana?

É que William Bonner usou o idiota da série norte-americana porque por lá, na GLOBO, pensam em inglês. Faz parte do código de ética da matriz.

No dia da execução, o condenado tem direito a escolher o seu prato preferido e receber o perdão de um religioso segundo suas convicções. E até um último cigarro.

Que tal “antes de ir para a injeção letal Lewis pediu Marlboro?”