quarta-feira, 11 de junho de 2014

Como sabotar um país manipulando a mente do povo

Qual o verdadeiro objetivo da visita do Papa à Israel?

     
    Não creio que essa visita do papa Francisco à Israel seja para discutir pontos de vista religiosos, ou de conciliação diplomática entre israelenses e muçulmanos. O Vaticano sabe muito bem as posições de Israel e vice-versa. Já que há discordância até mesmo entre a língua falada pelo salvador, se só aramaico como defendia o papa ou se aramaico e hebraico como defende Netanyahu. Então, com certeza um encontro dessa grandeza não se daria apenas para uma visita amigável ou para que o papa tivesse oportunidade de fazer um sermão para Netanyahu sobre as relações com os palestinos e países muçulmanos.
        É claro que o papa foi assinar algum acordo, fiquei sabendo que o governo de Israel já havia concedido algumas áreas da cidade antiga para a igreja católica. Mas, isso já havia sido consumado, e creio que o objeto desse acordo agora foi algo bem mais sério e pesado. Algo que penso e cogito junto as profecias bíblicas, teria alguma relação com um poder unificador que regerá de Israel?
        Sabemos que o mundo está dividido em poucos grupos que o dominam, e ainda não foi consumado a nova torre de Babel por conta dos plutocratas, judeus e comunistas como tanto combatia Hitler, mas, vemos esse poder se movimentar, eles querem o domínio total, e aos poucos, ao que parece irão conseguir, pelo menos por um tempo. Esse movimento está além do plano físico, a muito há uma guerra ideológica, de frequências e vibrações. Uma guerra cujo terreno é o próprio cérebro e mente da humanidade. Sem contar com os efeitos espirituais para os que creem. Bem, esse será mais um episódio monumental da história desse planeta. Praticamente todas as peças do tabuleiro já estão posicionadas, então, quem tiver entendimento, entenderá.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Renúncia Papal versus Concílio Vaticano II

        
          Há muito a Igreja Católica está dividida entre "tradicionalistas" e "modernistas", e os Papas não estão imunes a essas disputas internas dentro e fora do Vaticano, o ápice dessa disputa se deu com o Papa João XXIII que após muitas lutas conseguiu apóio para o Concílio Vaticano II, que de certa maneira se manifestou como um divisor de águas entre a velha e a nova Igreja Católica. O ponto fulcral dessa batalha, me perdoem a comparação, mas, se assemelha com a guerra entre separatistas e republicanos do seriado Guerra nas Estrelas, no cerne da questão está a unidade da igreja universal ou a manutenção da separatividade. O Papa João XXIII, no leito de morte, fez seu último pedido ao seu Carmelhengo e aos que o acompanhavam que: "É preciso que haja um diálogo entre as religiões para unidade da Igreja". É claro que a renúncia do Papa Bento XVI, não foi apenas por motivo de saúde, afinal, como é vitalício o cargo papal, o esperado é que o Papa termine os seus dias como pontífice entre a terra e o céu.             

             Os ensinamentos papais começam a passar pelo crivo pessoal, se tem consonância com a crença individual, é aceitável e digno, do contrário, não devem ser seguidos. Querem ensinar Pai-Nosso ao Vigário (de Cristo). Esquecem, entretanto, que um católico não tem apenas a obrigação de seguir o Magistério Extraordinário, mas sim todos os ensinamentos provenientes da tutela da Igreja. Se faz intrínseco ao dogma da infalibilidade o assentimento de fé a tudo aquilo que provém de Roma. Em ambos os casos, principalmente com os “tradicionalistas”, existe uma maquiagem de fidelidade a Santa Sé, mas na verdade tratam o Papa como um inexperiente na Tradição. Em oposição, religiosos como Fellay, Casaldáliga, seriam os que revelariam os reais sentidos dos ensinamentos papais. É claro que eles enxergam no Papa o Sumo Pontífice, Vigário de Cristo, mas no que tange aos ensinamentos ordinários e autênticos, “tradicionalistas” e modernistas são idênticos, preferem seguir os seus Bispos. Um erro absurdo, alto grau de desobediência ao Magistério da Igreja (Extraordinário, Ordinário e Autêntico), atestado da falta de unidade ao redor do Papa.
            
            Na verdade, muitos sabem que por trás dessa renúncia estão muitas inconformações, tristezas e decepções pelas quais o Papa Bento XVI, sofreu e sofre dentro da própria Igreja. É difícil tratar com a natureza tradicionalista, mesquinha e negra da humanidade, refletida em boa parte do clero, que levando vantagem na política, na mídia e no setor financeiro tem barrado as mudanças que são necessárias e urgentes no seio da Igreja e da sociedade. Alguns heróis dessa luta têm servido de verdadeiros mártires nessa odisséia antiga, entre forças evolutivas e involutivas, e o Cardeal Ratzinger é apenas mais Um, dos vários Homens de Deus, que se ofereceram junto com Cristo a carregar essa Cruz, por essa humanidade doente. Longe de achar que esse gesto do Papa foi um gesto de fraqueza, vejo isso como um protesto que ele faz contra a "Ala conservadora" da Igreja, como quem diz "já que não me deixam trabalhar, e não me respeitam, quem sabe fiquem ruborizados com minha renúncia".

sábado, 5 de maio de 2012

Os 5 bodes expiatórios do 11/9


                O "julgamento" dos 5 acusados do 11/9 tem início caótico, mesmo porque, qualquer um na situação deles obviamente não confiariam num juri militar estando em Guantánamo (prisão ilegal, conhecida por torturas do qual Obama havia prometido fechá-la como promessa de campanha). Como forma de se manifestarem tiraram os fones de tradução e começaram a orar... (é a única coisa que eles podem fazer... eles estão na mão de um sistema corrupto e só Deus poderá livrá-los da sentença de morte).

                   Após a farsa do 11 de setembro com mais de 3 mil mortos nas torres gêmeas, agora 5 a mais poderão se juntar a terrível soma. Segundo fontes dos noticiários depois que um dos presos gritou durante a audiência "vocês vão nos matar", rompendo o silêncio do tribunal. "Vão nos matar e depois dirão que nos suicidamos", disse o iemenita Ramzi ben al Chaiba ao juiz militar James Pohl, protestando pela forma como ele e os outros quatro acusados são tratados.

Um pouco mais cedo, David Nevin, advogado do suposto cérebro dos atentados, Khaled Sheik Mohamed, um kwaitiano de 47 anos, havia anunciado que seu cliente provavelmente se manteria em silêncio: "(Mohamed) tem profundas preocupações com a imparcialidade do processo", disse. O juiz James Pohl afirmou que seu silêncio obedecia a uma "decisão" própria.


Além de Al-Chaiba e Mohamed, comparecem no tribunal militar na base americana de Guantánamo, em território cubano, o paquistanês Ali Abd al Aziz Ali, apelidado de Mohamed al Baluchi, e os sauditas Walid ben Atach e Mustafah al Husawi. Os cinco são acusados de preparar e executar os atentados de 11 de setembro em Nova York, Washington e Shanksville (Pensilvânia, nordeste), segundo o Departamento de Defesa americano. Eles podem ser condenados à pena capital pela morte das 2.976 vítimas dos atentados.


Os cinco estavam sentados a certa distância uns dos outros, quatro sem algemas nas mãos, vestidos com uniformes brancos e um deles usando um filá, pequeno chapéu muçulmano Khaled Sheikh Mohamed apresenta uma longa barba.


O advogado de Walid Ben Atach pediu que seu cliente, o único algemado, fosse solto. Ele argumentou que as algemas provocavam dor. O juiz assentiu, após se assegurar de que o acusado se comprometia a "se portar de forma apropriada" e afirmou estar algemado devido ao seu "comportamento no exterior", antes da audiência. Outro acusado, Ben al Chaiba, de repente ficou de pé e se ajoelhou várias vezes, o que interrompeu os debates.


Os familiares presentes na base naval em Cuba foram selecionados por sorteio para assistir ao julgamento de sábado. As outras famílias poderão acompanhar a audiência por telões instalados em quatro bases militares em solo americano.


O presidente americano, Barack Obama, desejava um julgamento em Manhattan, perto das Torres Gêmeas atacadas. A ideia, no entanto, foi barrada pela oposição republicana no Congresso, que bloqueou a transferência de acusados de terrorismo ao território americano.

Algumas autoridades consideram que os tribunais de Guantánamo são "injustos", "ilegítimos" e que representam uma "justiça de segundo plano", algo nefasto para a imagem dos Estados Unidos.

"A História manterá vivo a lembrança de um grave erro", disse o coronel Morris Davis, ex-procurador-chefe na base naval americana em Cuba, cujo sistema foi criado pelo ex-presidente George W. Bush, após os ataques de 2011 em Nova York e em Washington.


"Estes tribunais foram reformados uma e outra vez e não há forma de reabilitá-los", acrescentou o coronel Davis. "Socavamos nossa autoridade moral e pusemos em risco nossos princípios por pelo menos dez anos", sustentou.

No entanto, seu sucessor, general Mark Martins, assegurou: “O tribunal militar, fixado por cinco atas do Congresso, estabelecem várias garantias fundamentais".

Veja tambem:

*fonte em itálico: Veja

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

1ª - CNJ mantém poderes para investigar juízes



Assista ao programa “Entre Aspas”, da Globo News que comenta a apertada vitória do Conselho Nacional de Justiça para continuar investigando juízes.  O presidente da Associação de Magistrados Brasileiros Nelson Calandra e o professor da Escola de Direito da FGV/ SP Oscar Vilhena são os debatedores.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Tráfico Humano: Problema Crescente

        Atualmente, sob um conjunto de fatores a sociedade geral sucumbe atingida por vários tumores malignos, sobretudo nos grandes centros urbanos, mas que, a cada  dia se alastra até mesmo para zonas rurais e pequenas cidades. Problemas como as drogas, a prostituição, o contrabando e o tráfico de órgãos, todos esses fatores se interligam com uma crescente indústria da pornografia que, incentivada por filmes, novelas e mesmo programas abertos ao público infantil geram uma crescente sensualização e uma verdadeira idolatria as formas eróticas e corpos sensuais, degenerando as relações humanas e tornado precoce e hedonistas as crianças e futuros cidadãos. 
        Nesse contexto, cresce a indústria pornográfica e junto com ela o tráfico humano, pois, a finalidade de quem satura sua mente com imagens e cenas de sexo explícito é de alguma forma condensar essas energias primeiramente nas emoções e finalmente em algum ato, seja na masturbação ou procurando um parceiro e fazendo na prática. Então, nisso está o crescimento do hedonismo da prostituição e do tráfico humano.
       Na maioria das vezes mulheres e crianças, são levadas para fora do país, aonde são prostituídas, violentadas e vendidas por preços altos.A face mais visível do problema é o turismo sexual e o embarque de mulheres dos países de origem para os países receptores em busca de oportunidades de trabalho em casas noturnas e boates.E também, a venda de órgãos, adoção ilegal, pornografia infantil,às formas ilegais de imigração com vistas à exploração do trabalho em condições análogas à escravidão, ao contrabando de mercadorias, ao contrabando de armas e ao tráfico de drogas.
   O tráfico humano é um retrocesso no avanço ético e moral dessa humanidade, não podemos permitir isso, ao mesmo tempo compreender que de nada vai adiantar combater somente os efeitos e não combater as causas. Devemos exigir que a justiça prenda e condene os bastidores dessa escravidão moderna, porém, toda sociedade tem que rever seus valores e perceber que se avançar o hedonismo na sociedade, o consumo da pornografia, a erotização das crianças com o incentivo televisivo, de modo algum poderemos vencer esse cançer que se alastra escandalosamente em pleno seio da sociedade.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

11 de Setembro, o dia da mentira mundial

Analisando os fatos sobre o 11/Set, vejo claramente a figura de George Bush como um dos articuladores desse atentado. Porque, sua popularidade antes do 911 estava baixa e em queda livre, por outro lado todos sabem que a família de Bush são milionários do ramo petrolífero com negócios no oriente.
Então, pessoalmente para Bush esse desastre era duplamente vantajoso, pois na prática, serviu para aumentar vertiginosamente sua popularidade próximo da campanha para sua reeleição e para lhe dar poderes especiais para iniciar sua guerra particular, deixando seu pais em toque de recolher. Desesperados a população delegou a ele o poder de combater os "terroristas". (Nisso o povo americano sem saber colocou a raposa pra tomar conta do galinheiro).
Vejam mais detalhes desta farsa no site:
http://resistir.info/11set/griffin_11set.html

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Jobim, o amanuense de FHC


 As embaraçosas e polêmicas confissões do ministro da Defesa, Nelson Jobim (PMDB), sobre suas relações com os dois nomes da linha de frente da oposição nacional - Fernando Henrique Cardoso e José Serra -, na estreia do programa "Poder e Política - Entrevista" (parceria da UOL e da Folha), merecem figurar com louvor entre os destaques desta semana no País.
A entrevista do ministro de FHC, Lula e agora do governo Dilma, conduzida pelo jornalista Fernando Rodrigues, do grupo Folha, superou em muito os limites do simples trabalho profissional bem executado. Foi, além disso, uma realização quase completa na proposta de fugir às obviedades apelativas - cada vez mais comuns em programas do gênero - e focar no essencial, jornalisticamente falando: arrancar informação relevante, gerar fatos e, ao mesmo tempo, dar o que pensar e falar ao ouvinte ou leitor.
A conversa de Jobim com Rodrigues, escutada em Salvador pelo redator destas linhas, fez mais: conduziu a memória às nuances mais intrincadas do personagem-título do romance do mineiro Cyro dos Anjos, "O Amanuense Belmiro", que considero desde as primeiras leituras na escola secundária um dos mais complexos e interessantes no rico e diversificado cardápio de figuras da literatura brasileira.
Transposto para o universo complicado do poder e da política no Brasil atual, isso vale também para o gaúcho ministro da Defesa. Não adianta disfarçar: vaza por todos os cantos o conhecimento de que nomes de peso e da primeira linha do petismo nacional, aparentemente tolerantes na superfície, viram araras quando o nome de Nelson Jobim vem à baila em conversas nas esferas mais altas do partido e nos gabinetes mais poderosos do governo Dilma.
A pinimba cercada de desconfianças mútuas é antiga. Começou a agravar-se, porém, no episódio traumático do afastamento do ministro Waldir Pires (PT-BA), com a participação direta da então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e mais direta e agressiva ainda da ex-chefe de gabinete e depois ministra defenestrada em meio a um dos muitos escândalos recentes da República, Erenice Guerra.
Mas a questão ganhou foro de guerra surda a partir de um caso bem mais recente. A ainda mal explicada expressão "idiotas", introduzida pelo ministro da Defesa em seu discurso de tributo rasgado ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, na cerimônia de homenagem pelos 80 anos do presidente de honra do PSDB, realizada no Congresso. No recinto, com a presença de parlamentares de proa do PT, até os próprios tucanos foram mais contidos que Jobim nas palavras e gestos de exaltação ao seu guru político e partidário.
Na entrevista de enorme repercussão esta semana, o ministro apesar de todo bafafá à sua volta nos núcleos do poder atual, parecia com vontade de entoar a todo momento a popular canção de enorme sucesso na interpretação de uma cantora do Rio Grande do Sul: "Tô nem aí".
De certa maneira o gaúcho grandalhão, com fama de valente, fez isso em suas respostas ao entrevistador. E não apenas ao abrir com toda clareza e sem titubeios o seu voto para presidente no ex-governador de São Paulo José Serra, na eleição de 2010, vencida por Dilma Rousseff. Segundo Jobim, isso não era segredo para ninguém no governo, muito menos para Lula e Dilma, desde que ele decidiu ficar fora da campanha, "por motivos pessoais e institucionais" expostos diretamente em conversa "na lata" com o ocupante da principal cadeira de mando na época.
Foi liberado por Lula da campanha, depois de explicar a estreita ligação afetiva com o candidato tucano: "O Serra foi meu padrinho de casamento, eu morei com ele algum tempo aqui em Brasília. Quando vou a São Paulo normalmente eu janto com ele, vou ao Palácio (dos Bandeirantes) com minha mulher, nos damos muito bem". Ponto.
Quanto ao amigo FHC, o ministro da Defesa foi ainda mais explicito e surpreendente ao falar sobre sua relação com o ex-ocupante do Palácio do Planalto, de cujo governo foi ministro da Justiça e de onde saiu para o Supremo Tribunal Federal, na única indicação de FHC para o STF.
"Tendo em vista as relações do PMDB eu tinha uma grande integração com o Fernando (Henrique).Trabalhei com o Fernando também, na Constituinte. Servi como uma espécie amanuense de Fernando Henrique, se essa expressão ainda significa alguma coisa para você e os ouvintes", ressaltou o entrevistado dirigindo-se a Fernando Rodrigues, no único momento da entrevista em que o ministro demonstrou preocupação de não ser bem entendido em suas palavras e intenções.
A expressão amanuense, por acaso ou não, foi expurgada na publicação "da íntegra" da entrevista no portal da Folha.com/UOL, substituída pela palavra "assessor", também utilizada pelo ministro de Dilma para falar da relação pessoal e política com FHC. Uma pena para quem admira o escritor mineiro Cyro dos Anjos e a sua obra-prima "O Amanuense Belmiro", como este ouvinte à distância da entrevista.
Amanuense, diga-se, é muito mais do que um simples assessor, figura que grassa atualmente em qualquer esquina da burocracia oficial. Por força de sua origem, a palavra designa qualquer pessoa que copia textos ou documentos à mão, o que praticamente não existe mais em tempos cibernéticos, a não ser nos resistentes cartórios da Bahia.
Mas preserva ainda o significado simbólico da palavra originária do latim amanuensis, por sua vez, como explica a Wikipédia, derivada da expressão latina "ab manu" (à mão). Assim como o personagem do romance famoso. Ou o ministro Nelson Jobim em sua relação com Serra e FHC. Ou não? 

 fonte:
Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site-blog Bahia em Pauta ( http://bahiaempauta.com.br/).